
Olá pessoal! Volto eu aqui para falar de minhas noites atuais.
É bem verdade que como estou de férias do trabalho (dou aulas à noite), minhas noites dos dias de semana "leia-se dias pretinhos no calendário" estão muito sem graça, sei lá, invade uma sensação de "o que irei fazer?" Novamente navegar e mergulhar na internet ou dar uma chance à novela água com açucar da Globo? Nossa tá muito difícil, e mesmo quando estou trabalhando, há noites nas quais não dou aula, e sabe o que me mata de saudade?...Os velhos tempos da facul, aquele tempo que eu não via hora de acabar e que me faz uma falta danada agora; todos os dias durante sete anos somando as duas graduações, reclamava e reclamava de cansaço, de trabalhos, mas não pensava que por um lado era tão bom encontrar pessoas que eu me identificava, várias risadas, inúmeras reclamações somadas a tensões que sempre conseguiamos extrair delas um humor, mesmo que negro.
Saudadesss muitas, de encontrar o Fer e compor com ele nas nossas aulas de redação publicitária as paródias de nossa querida "mestra" Gráh, a Rose quase morria de rir, que risada mais gostosa, que maturidade, que lição. E o que falar da Aline? Hahahaha Gente, ela conseguiu um 0,0001 num trabalho de marketing, graças à querida professora "lata explodida" que amavaaaaaa ela de paixão; a Camila tão doce, calma, trabalhos na última hora era com a própria, como queria ser como ela, tão serena; Elaine do estresse apaixonante que me matava de rir, dos trocadilhos que fazia, ninguém iria montar na "carcunda" dela, ou seja, fazer trabalho carregando espertinhos nas costas, Jamais!
Foram tantos os amigos da facul de Publicidade e Propaganda...tem muito mais! Já na facul de Letras alcancei uma maior maturidade, já tinha objetivos diferentes, digamos eu era "mais sério" mesmo ainda com o toque de humor; poxa reencontrar a Rê, que havia feito a primeira faculdade comigo, mas que o contato era extremamente limitado, foi um presente, de verdade! Super inteligente, cabeça feita, personalidade marcante, a princípio super tímida, mas quando se torna amiga, é amiga de verdade. E o que falar da Laurita? Ahh, ali a alopração chegou e parou; sendo muito nova, cursava a sua primeira facul, tinha o espírito que eu tinha quando comecei, mas foi um imenso prazer compartilhar com ela as experiências de vida, garota viajada, culta, ótimo inglês, atenciosa com os amigos, nunca passamos uma páscoa em branco sem ganhar os ovinhos de chocolate que ela mesma fazia. Saudades...
E muito mais como a Mari, altas fofocas e nervosismo de trabalhos compartilhados; a Giu, aluna aplicada, mãe exemplar; a Bethânia que mesmo distante, quando se achegava quase me matava de rir "Loba" eterna aúúúú.
Ahhh, e olha como são as coisas, tem a Dan também, tivemos um contato limitado na facul, mas nos reencontramos como colegas de profissão e daí saiu uma grande amizade, acredito quando dizem que tudo tem seu momento certo.
Eram as noites do "Tugurugutá Tuduu, tugurugutá tuduuu iê", da "lata explodida", do "televisionado pelo rádio" (Gabiii que saudade), "Não chores por mim Unifran...a Facef vai me aturar" aiiii que falta faz!
As noites de literatura sem fim, das risadas no laboratório de inglês, dos "but assim", dos "peoples" e "childrens" que de alguma forma nos fizeram aprender.
Nessas noites....era feliz?
Sem dúvidas, simmmmmmmmmmmmm! E que saudade, que saudade! Mas tá tudo aqui "ó" na cuca, ninguém pode roubar esse tesouro, esse enriquecimento.
Bjosss a todoss!
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